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A iniciativa de criar um ambiente específico requer um pouco mais de trabalho, mas traz benefícios importantes como performance e segurança. E o trabalho nem foi tanto assim, o processo todo levou 3 horas.
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A iniciativa de criar um ambiente específico requer um pouco mais de trabalho, mas traz benefícios importantes como performance e segurança. E o trabalho nem foi tanto assim, o processo todo levou 3 horas.
Depois de 22 meses de desenvolvimento, ontem foi anunciado o lançamento oficial do Debian Lenny, a versão 5.0 de uma das mais antigas e criteriosas distribuições GNU/Linux.
Os lançamentos de novas versões Debian são raros, isso porque cada um dos pacotes deve ter atingido qualidade satisfatória em cada uma das plataformas de hardware que o Debian suporta. E não são poucas. O Debian suporta oficialmente as arquiteturas x86 (intel e AMD 32 bits), Alpha, AMD64, ARM, EABI ARM, HP PA-RISC, Intel IA-64, MIPS (big e little endian), PowerPC, IBM S/390 e SPARC.
Bom, esses dias precisei comprar um note novo, porque o que tinha era emprestado e precisava ser devolvido.
Aproveitei o almost-banana-price da apple e virei um mactard (usando termos do meiobit.com).
Mas e agora, como vou poder compartilhar os aprendizados relativos aos sistemas baseados em linux?
Muitas pessoas dizem que instalar linux em um mac e fazer uso extremo desgasta muito o hardware, porque a apple tem segredos sacanas de firmware e outras pilantragens… Então prefiro não arriscar porque é bem capaz de ser verdade.
Desde que atualizei meu ubuntu de Feisty (7.04) para Hardy (8.04), notei que muitas vezes meus contatos do pidgin ficavam irritados com minha demora para responder.
Aí me toquei que não estava sendo notificado quando eles mandavam mensagens. Apenas quando a conversa era iniciada, e isso acabou dando dor de cabeça.
Para quem está com o mesmo problema, vou contar como resolvi. É uma simples configuração e não exige muito esforço.
A notícia já é um pouco velha - o anúncio foi feito em 24 de Março - mas só agora vi, e fiquei surpreso.
Os mantenedores descontinuaram o Automatix por falta de tempo, pois estão assumindo outros projetos.
O anúncio oficial em inglês está no seguinte endereço: http://www.getautomatix.com/forum/index.php?showtopic=2424
Mas fora o susto, desde o Ubuntu Gutsy (7.10) o Automatix não é mais tão necessário, pois muitas das principais aplicações fornecidas por ele já se encontram nos repositórios do Ubuntu ou em repositórios auxiliares como o Medibuntu e o repositório de aplicações Google.
Semana passada, no dia 21 de abril, a Cannonical disponibilizou em seu site oficial a nova versão 8.04 do Ubuntu, codinome Hardy Heron, com suporte prolongado (LTS).
A nova versão já traz o Firefox 3 beta 5 como navegador principal, Open Office 2.4, e oferece um novo sabor interessante - o Kubuntu com KDE4 (que ainda não está 100%, mas promete muito)
Algumas coisas ainda estão funcionando um tanto mal mesmo na versão principal com GNOME, mas isso é normal nos primeiros meses das versões novas do Ubuntu.
Na busca por algo inteligente que me ajudasse a contabilizar meus trabalhos freelance, encontrei uma ótima ferramenta para linux.
Ela se chama gnotime, e pode ser facilmente instalada em várias distribuições GNU/Linux. Por exemplo no Ubuntu (e outros derivados do Debian) basta um sudo apt-get install gnotime e pronto!
Ele pode ser um pouco confuso na questão de usabilidade, mas permite configurar valores/hora e criar relatórios a partir de entradas no “diário” do projeto. É um pouco chato configurar ele, mas o benefício vale a pena.
Estava aqui na invasão dos drupaleiros ao stand do firefox do FISL, quando fui surpreendido por um barrulho estranho vindo de um pinguim estremamente feio.
Aí fui descobrir que é um projeto do CMID, e é constituído apenas de peças recicladas como baldes, catracas e correntes de bicicleta, computadores antigos, painéis de impressora, e por aí vai…
O Robotux conta possui uma CPU e pode ser controlado por porta paralela, rede ou wireless.
Uma das propostas que me fiz nestas férias foi testar o tal do Kubuntu com o tão aclamado KDE 4 RC2. Encontrei vários poréns no caminho.
Primeiro: A versão do KDE 4 mais recente no momento (10/01/08) é o segundo candidato ao lançamento (em inglês, Release Candidate - ou simplesmente RC). Pos isso, o cd tem o KDE 4 RC2. A versão ainda não é estável, tem várias coisas ainda mal-resolvidas.
Andei me metendo a designer de novo…
Dei uma renovada no visual do blog da Papagallis, apenas com ferramentas livres!
Usei o delineate, uma ótima ferramenta livre de vetorialização de imagens que roda super bem em linux!
Além disso, o Inkscape para tratar os vetores todos, e o GIMP para a montagem e ajustes finais.
Ca está:
Mas ao instalar aqui no Ubuntu pelo automatix, a coisa travou na hora do login por conta do TLS. O programa tentava fazer o download da TLS antes de logar, e aí ficava…

A questão é que o driver livre simplesmente não funciona. Então a única saída foi instalar o driver fornecido pela empresa.
Muitas ferramentas populares requerem uma máquina virtual Java, ou JRE, para funcionar. Mas cada vez mais aparecem implementações diferentes, que nem sempre funcionam como poderiam.
Um bom exemplo é o GIJ, a implementação livre do Java fornecida pelos repositórios oficiais do Debian. Infelizmente, o tal do GIJ não roda muito bem, e muitas aplicações falham ou apresentam erros de bibliotecas, etc.
Nesse caso, surge um dilema: a Sun tem a melhor JRE, mas não fornece pacotes Debian… Para usar o JRE da Sun no Debian, usando os pacotes .deb, e sem dor de cabeça na instalação, basta seguir as instruções abaixo:
Atualmente, utilizo GNOME. Do KDE, o que mais fazia falta era o Amarok, o poderoso player inigualável (eu achava).
Isso tudo até achar o tal do Banshee. Esse player para mim substituiu e acabou com a saudade do amarok!
Ele grava CDs de áudio, suporta podcasts e rádios online, além de “conversar” bem com iPods e outros MP3 portáteis.
É um projeto relativamente novo, e ainda em versão “zero-ponto-algo”. Ao que parece, é feito em C#, e roda no GNOME através do Mono. Por ser novo, apenas parte dele se encontra traduzida para português.
Este artigo é fruto de trabalho colaborativo, em favor de um telecentro em Sorocaba.
Fernando Avena estava instalando o sistema oCara em uma máquina Debian, seguindo as instruções na página: http://banto.hipatia.info/softwarelivre/ocara.html
Seguindo o tutorial localmente, precisei instalar o xdialog e o mysqltcl:
sudo apt-get install xdialog mysqltcl
Ao concluir a instalação, me deparei com o problema que o Avena queria resolver:
Warning: Unknown: Your script possibly relies on a session side-effect which existed until PHP 4.2.3. Please be advised that the session extension does not consider global variables as a source of data, unless register_globals is enabled. You can disable this functionality and this warning by setting session.bug_compat_42 or session.bug_compat_warn to off, respectively. in Unknown on line 0
Bom, isso basicamente significa que o sistema oCara usa de uma maneira antiquada e não recomendada as sessões PHP. Ele usa o velho e difamado register_globals, uma opção de configuração do PHP que abre vários tipos de vulnerabilidades.
“A crença no compartilhamento que conecta toda a humanidade”.A idéia é muito boa, essa do Ubuntu. A de usar esse nome e esse conceito. Disso não tenho dúvida alguma, pois com certeza é uma atitude que incentiva o desenvolvimento humano, a integração social e a colaboração.
O que me aborrece no sistema operacional Ubuntu às vezes é a travação, o mau uso dos recursos computacionais, e a instabilidade funcional do sistema em si. Isso acaba tirando alguns argumentos de quem defende GNU/Linux. Mas afinal, é um projeto novo. Ainda vai chegar à adolescência.
Tive uma surpresa ao conferir (como faço mensalmente) se o software Google Desktop está disponível para Linux.
Não esperava nenhuma novidade, mas acabei por descobrir que eles já fizeram o google desktop para linux!
Há uma maneira simples de instalar, baixando de http://desktop.google.com/pt/BR/linux/download.html (descontinuado), mas há uma alternativa mais interessante no meu ponto de vista: repositórios compatíveis com Debian e derivados (inclusive Ubuntu), além de Fedora, Mandriva, SUSE e RedHat.
Estou blogando nesse exato momento através de uma conexão vivo zap compartilhada entre três notebooks!
É acesso móvel em grupo, em qualquer canto! Conseguimos ativar as placas wireless como Ad-Hoc e nos conectar ao notebook com o cartão da kyocera.
Além disso, foi necessário também configurar o “servidor” para rotear conexões.
Na estrada, conseguimos todos navegar! É muito interessante estar conectado em qualquer canto, até mesmo passando por pontes sobre o Pinheiros!
Tive uma experiência interessante no final de semana passado, e gostaria de compartilhar.
Estávamos eu e Ronaldo Richieri desenvolvendo uma pequena aplicação em php para um de nossos clientes. Comecei como manda o figurino, desenhando o esquema de dados, as classes e casos de uso… Então o Ronaldo se propôs a ajudar (ambos trabalhamos na papagallis) e, obviamente, a ajuda veio bem a calhar.
Começamos com um tipo de Jam Session em casa, na sexta. No sábado idem, mas lá pelas 22h ele precisou ir embora.
Finalmente!
Como moro em um bairro novo de Sorocaba, o Wanel Ville, só temos internet a rádio por aqui. Acabaram de instalar!
A conexão é wi-fi, e usa uma antena direcional para a antena transmissora do provedor.
Mas tive um grande inconveniente com a coisa toda: eles só instalam a placa em Windows (argh).
Estou ainda inconformado e tentando instalar a placa deles (Ralink Turbo Wi-fi rt2500) no meu Debian.
Lendo a notícia interessante no BrLinux (Leia »), encontrei um comentário de Isaque Vieira:
E postei a seguinte resposta:Cheira a marketing puro...
Não e por nada não mas não e estranho que pouco tempo depois de começar (mesmo que devagar até demais) a querer utilizar o linux aparecer uma noticia como essa? Eu acho um pouco estranho pelo menos devido as campanhas de marketing da Dell que estão rolando sobre o linux e o fato de que a versão da distro que esta instalada seja um beta. A máquina (desktop/notebook) de um alto executivo não e lugar para se ter nenhum beta, de qualquer software que seja....
Caro amigo Isaque, o sistema operacional GNU/Linux tem muitos anos de vida. A iniciativa Ubuntu, é uma das mais expressivas até hoje no pedaço, por permitir usuários sem interesse direto em desenvolvimento de software utilizar esse sistema de magnífica segurança e liberdade.
Este artigo foi movido para: aMSN mais bonito
Desativei o wiki que eu mantinha, com um artigo que eu havia criado sobre como instalar o aMSN no seu Linux com anti-aliasing (fontes suavizadas) e um tema legal (parecido com o Live).
Mas achei uma página muito legal tratando sobre o assunto.
O endereço é: http://www.nautilus.com.br/~rei/material/artigos/amsn-anti-aliasing.html
Para quem usa um dual boot linux / windows e precisa de uma partição de troca entre os dois - ou por qualquer outro motivo - precisa ter uma partição FAT-32 em um HD ou qualquer dispositivo de armazenamento, e quer fazer isso na boa e velha linha de comandos bash (ou raramente sh, ksh, etc), aqui vai a dica:
mkdosfs -F 32 /dev/particao
Ah… Vale a pena reportar também que usei a distro Slackware, versão 11. E não consegui usar esse formato em partições com mais de 20GB.