“A crença no compartilhamento que conecta toda a humanidade”.A idéia é muito boa, essa do Ubuntu. A de usar esse nome e esse conceito. Disso não tenho dúvida alguma, pois com certeza é uma atitude que incentiva o desenvolvimento humano, a integração social e a colaboração.
O que me aborrece no sistema operacional Ubuntu às vezes é a travação, o mau uso dos recursos computacionais, e a instabilidade funcional do sistema em si. Isso acaba tirando alguns argumentos de quem defende GNU/Linux. Mas afinal, é um projeto novo. Ainda vai chegar à adolescência.
Eu, um tanto conservador, estou no mundo Debian (prefiro a versão o stable), sendo imigrante do planeta Slackware (agora um planeta fantasma). Gosto de usar um sistema estável, e ao mesmo tempo com recursos modernos (sem contar a velocidade). E sem contar a extrema facilidade de uso (nunca mais precisei compilar nada). Lá também a filosofia livre impera, e a comunidade de desenvolvedores é em sua maioria formada de voluntários espalhados pelo mundo afora.
Talvez o modelo inicial do Ubuntu de sempre “remendar” a versão unstable do Debian e lançar isso para usuários que em geral estão chegando ao Linux ainda mude um dia, tornando o sistema estável.
Até lá, continuo com o Debian, que só preciso reinstalar quando surge uma versão nova com recursos consideravelmente atrativos para justificar a mudança.
Este post é em resposta ao artigo do meu amigo Ronaldo Richieri: http://folgazao.wordpress.com/...
💬 Comentários (3)
Bom… Admiro sua coragem e paciência, pois eu não as teria… Heheh
Mas boa sorte!