Atualmente, utilizo GNOME. Do KDE, o que mais fazia falta era o Amarok, o poderoso player inigualável (eu achava).

Isso tudo até achar o tal do Banshee. Esse player para mim substituiu e acabou com a saudade do amarok!

Ele grava CDs de áudio, suporta podcasts e rádios online, além de “conversar” bem com iPods e outros MP3 portáteis.

É um projeto relativamente novo, e ainda em versão “zero-ponto-algo”. Ao que parece, é feito em C#, e roda no GNOME através do Mono. Por ser novo, apenas parte dele se encontra traduzida para português.

Para instalá-lo no debian, basta dar o comando: sudo apt-get install banshee

Não se assustem com o número de dependências, que é grande devido ao Mono (uma implementação open-source ao framework .NET).

Só para que entendam melhor as saudades, eu era um fanático por slackware, até alguns meses. Essa distrô usa o KDE como padrão, e não distribui GNOME há algum tempo. Logo, era um fanático pelo KDE também.

Mas em uma conversa com o Sérgio Amadeu durante a desconferência barcamp, soube que ele achava o GNOME melhor. Isso me intrigou muito, e acabei abrindo a minha cabeça xiita para experimentar.

Não quis me arriscar muito. Escolhi o Debian Etch, a versão estável. Ele vem com GNOME por padrão, e é confiável. Era isso era o que eu queria…

Foi então que comecei a me maravilhar com as facilidades… Tudo é fácil! Instalar programas, configurar hardware, utilizar CDs, DVDs e iPods…

Agora, dei mais um passo e estou usando a versão em testes do Debian, o Lenny. O mais engraçado, é que a versão mais recente do GNOME, a 2.18.1, é ainda mais leve que a versão encontrada no Etch (2.14)