Plugado no Digital Age 2.0

Durante a cobertura do evento detalhada neste post, surgiu para mim uma importante oportunidade de conversar e conhecer melhor algumas figuras que se destacam na blogosfera brasileira.

A idéia de Marco Gomes, posteriormente abraçada por Quintino Gomes, é genial e traz muito forte aquela frase "Eu guardo meu conhecimento em meus amigos".

Surgiu um link para uma conversa com Lucia Freitas e Bruno Bezerra Nepomuceno sobre a papagallis e redes sociais... Assuntos que estão em constante update.

Achei um tanto impressionante conversar com a galera e comentar a caríssima (mais de 2 mil reais) conferência daqui mesmo, do conforto de minha casa em Sorocaba.

Instalando o Java 6 da Sun no Debian

Muitas ferramentas populares requerem uma máquina virtual Java, ou JRE, para funcionar. Mas cada vez mais aparecem implementações diferentes, que nem sempre funcionam como poderiam.

Um bom exemplo é o GIJ, a implementação livre do Java fornecida pelos repositórios oficiais do Debian. Infelizmente, o tal do GIJ não roda muito bem, e muitas aplicações falham ou apresentam erros de bibliotecas, etc.

Nesse caso, surge um dilema: a Sun tem a melhor JRE, mas não fornece pacotes Debian... Para usar o JRE da Sun no Debian, usando os pacotes .deb, e sem dor de cabeça na instalação, basta seguir as instruções abaixo:

sudo apt-get install fakeroot java-package

Acesse o site http://www.java.com/pt_BR/, e clique em "Fazer Dowload", e em seguida baixe a versão Linux (arquivo de extração automática). O Arquivo a ser salvo será algo como: jre-6u2-linux-i586.bin

Para transformar este arquivo em um pacote Debian, abra o terminal e vá para a pasta onde se encontra o arquivo, digitando o comando:

 fakeroot make-jpkg jre-6u2-linux-i586.bin

Lembre-se que o nome do arquivo pode mudar de acordo com a versão e as atualizações do JRE que você baixou.

O comando anterior poderá:

  • Perguntar seu nome
  • Pedir seu endereço de e-mail
  • Mostrar a licença:
    • Pressione <Espaço> para rolar a licença
    • Digite "yes", conforme for requisitado, para indicar que você concorda com a licença.

(O nome, e seu email, serão postos no pacote Debian, e não serão enviados à Sun.)

Uma vez que as questões forem respondidas, o processo irá iniciar a montagem do pacote. A saída final do programa deve ser algo parecido com:

The Debian package has been created in the current directory.
You can install the package as root (e.g. dpkg -i sun-j2re1.6_1.6.0+update2_i386.deb).

Agora é possível instalar o pacote debian gerado!

dpkg -i sun-j2re1.6_1.6.0+update2_i386.deb

Agora só falta se certificar de que o plugin do Java está rodando em seu navegador. O pacote que você instalou inclui um plugin para Firefox, Mozilla, Flock ou Netscape.

Ela será encontrada em:
/usr/lib/j2re1.6-sun/plugin/i386/ns7/libjavaplugin_oji.so

Crie um link simbólice em sua pasta de plugins:

ln -s /usr/lib/j2re1.6-sun/plugin/i386/ns7/libjavaplugin_oji.so ~/.mozilla/plugins/

Se você quer fazer isso para todos os usuários, rode:

sudo ln -s /usr/lib/j2re1.5-sun/plugin/i386/ns7/libjavaplugin_oji.so /usr/lib/mozilla/plugins/

O presente artigo foi inspirado neste.

Tradução do Flock para Português do Brasil

Edit:
O navegador Flock foi descontinuado em 03 de fevereiro de 2011

Acho o navegador Flock sensacional. Ele permite uma experiência única, sendo uma versão adaptada do Firefox para a navegação social.

Ele integra serviços como flickr, blogs, del.icio.us, com a facilidade de blogar uma foto do flickr apenas arrastando-a para a janela de blogar.

Mas ainda é um projeto novo, e tem muito o que crescer. Não havia tradução para português brasileiro, então fiz eu mesmo... Depois entrei para a equipe de tradução, mas eles demoram muito para responder... Estou tentando driblar essa burocra e lançar logo a versão traduzida para nosso idioma tupiniquim no site oficial do flock.

Mas para quem quer já, basta seguir as instruções:

  1. Instale o Flock a partir do site http://www.flock.com/(descontinuado)
  2. Baixe os arquivos de tradução: (aguarde correção de bug)
  3. Vá até a pasta de instalação do Flock, entre na pasta chrome e remova os arquivos en-US.jar e en-US.manifest
  4. Copie os arquivos pt_BR.jar e pt_BR.manifest na mesma pasta chrome, dentro da pasta de instalação do Flock.

Espero que logo seja possível evitar este trabalho!

Nota:

Os downloads estão temporariamente suspensos devido a um bug relatado em um comentário abaixo e confirmado. Os arquivos aqui fornecidos não funcionam com a versão nova do flock. Vou verificar a possibilidade de corrigir o artigo, enquanto está no forno a versão oficial do flock em Português do Brasil

Conexão discada a R$ 7,50 por mês

Agora será possível acessar a internet por 10 horas mensais, a R$ 7,50 através de provedores cadastrados junto às teles.

O Minicom estima que o preço seja 85% menor que o da tarifa normal. O horário para acesso será das 6:00 às 0:00, o que inclui o horário comercial.

Esta facilidade já está disponível para os assinantes de linha fixa das operadoras Brasil Telecom, Telefônica, Oi, CTBC Telecom e Sercomtel.

Este plano faz parte do programa Computador Para Todos, e é mais uma atitude do gover no para incentivar e facilitar a inclusão digital.

Cansaram do povo ganhar espaço.

É incrível como esse movimento do cansaço é vazio e fútil. Organizado por pessoas que não são atingidas pelos problemas citados, exceto o “caos aéreo”. Esse sim, poucos brasileiros conhecem a não ser pela tevê.

Usando do velho discurso manipulador e hipócrita, eles querem que o Brasil se cale diante desses temas tão diversos. Eles pedem o silêncio. Mas isso não é novo, a elite sempre quis o silêncio do povo, para enfiar goela abaixo seus mandos e desmandos.
A prova disso é que quando fui visitar o blog do fadigado movimento, fui vetado de me expressar ao me deparar com a placa “Comments Off”.

Eles querem calar o povo, e injetar sua opinião. Eles querem o golpe. Querem tudo sob controle.
Quem elegeu o atual presidente foi o povo, aqueles mais numerosos e menos assistidos, os que mais trabalham e menos ganham. Mas atrapalha muito o fato do governo atual se mobilizar para atender seus originais eleitores, deixando a elite com a sensação de estar chupando o dedo.

Talvez o mote da capanha deveria ser “cansamos de chupar o dedo”, ou “cansamos da PF nos mandando pra cadeia”. Lembrem-se da Daslu e da prisão da família Schincariol.

Nunca na história do Brasil, estiveram tão evidentes as falhas estruturais de nossa república e de nossa nação.
Agora é o momento do povo não se calar, ao contrário, tomar seu lugar que está sendo negado há séculos.

Como meu amigo Alberto Blumenschein disse, para entender a estrutura política do Brasil, é necessário entender a Constituição de 1988. Ela é totalmente esquizofrênica, e não foi criada com o intuito de unir a nação.

Enfim um páreo para o Amarok: Banshee


Atualmente, utilizo GNOME. Do KDE, o que mais fazia falta era o Amarok, o poderoso player inigualável (eu achava).

Isso tudo até achar o tal do Banshee. Esse player para mim substituiu e acabou com a saudade do amarok!

Ele grava CDs de áudio, suporta podcasts e rádios online, além de "conversar" bem com iPods e outros MP3 portáteis.

É um projeto relativamente novo, e ainda em versão "zero-ponto-algo". Ao que parece, é feito em C#, e roda no GNOME através do Mono.
Por ser novo, apenas parte dele se encontra traduzida para português.

Para instalá-lo no debian, basta dar o comando:
sudo apt-get install banshee

Não se assustem com o número de dependências, que é grande devido ao Mono (uma implementação open-source ao framework .NET).

Só para que entendam melhor as saudades, eu era um fanático por slackware, até alguns meses. Essa distrô usa o KDE como padrão, e não distribui GNOME há algum tempo. Logo, era um fanático pelo KDE também.

Mas em uma conversa com o Sérgio Amadeu durante a desconferência barcamp, soube que ele achava o GNOME melhor. Isso me intrigou muito, e acabei abrindo a minha cabeça xiita para experimentar.

Não quis me arriscar muito. Escolhi o Debian Etch, a versão estável. Ele vem com GNOME por padrão, e é confiável. Era isso era o que eu queria...

Foi então que comecei a me maravilhar com as facilidades... Tudo é fácil! Instalar programas, configurar hardware, utilizar CDs, DVDs e iPods...

Agora, dei mais um passo e estou usando a versão em testes do Debian, o Lenny.
O mais engraçado, é que a versão mais recente do GNOME, a 2.18.1, é ainda mais leve que a versão encontrada no Etch (2.14)

Como consegui parar de fumar?

in


Sim!!! Finalmente!!!
Para completar o comportamento geração-saúde que venho "implementando" em minha vida, eis que estou desde o dia 16 deste mês sem fumar!
O mais estranho e curioso são as mudanças em que isto causou. Tenho muito menos sono do que tinha, sinto os cheiros cada vez melhor (dizem que leva mais de um ano para o olfato se regenerar 100%), tenho mais fôlego...

Para conseguir esta façanha, comprei logo um pacote com 20 maços de cigarro, e os determinei como os últimos que fumaria. Foram duas semanas fumando feito doido, até enjoar.
Tiro e queda! Acabou no dia 16 meu último maço de cigarros, e sigo firme até hoje.

Fumar, realmete, era o comportamento meu que mais me envergonhava . E o pior, não existia justificativa lógica para eu fazê-lo. Uma besteira que me esforçarei para manter no passado.

Faça seu próprio personagem nos Simpsons!


[flickr-photo:id=839671011,size=m]

Esse aqui se parece comigo?

Ha, pra quem me conhece pessoalmente a resposta provavelmente é sim!

Estava eu checando os favoritos enviados para mim no del.icio.us, e vi essa novidade que achei demais!

Junto com o novo filme e game, a fox também criou um site interativo para o desenho, onde você pode criar sua própria "cara amarela" no estilo simpsons!

Edit:
Infelizmente, o site do filme dos simpsons, onde gerei esta imagem, foi retirado do ar :(

Rodando o sistema oCara no Debian

Este artigo é fruto de trabalho colaborativo, em favor de um telecentro em Sorocaba.

Fernando Avena estava instalando o sistema oCara em uma máquina Debian, seguindo as instruções na página:
http://banto.hipatia.info/softwarelivre/ocara.html

Seguindo o tutorial localmente, precisei instalar o xdialog e o mysqltcl:

 sudo apt-get install xdialog mysqltcl

Ao concluir a instalação, me deparei com o problema que o Avena queria resolver:

Warning: Unknown: Your script possibly relies on a session side-effect which existed until PHP 4.2.3. Please be advised that the session extension does not consider global variables as a source of data, unless register_globals is enabled. You can disable this functionality and this warning by setting session.bug_compat_42 or session.bug_compat_warn to off, respectively. in Unknown on line 0

Bom, isso basicamente significa que o sistema oCara usa de uma maneira antiquada e não recomendada as sessões PHP. Ele usa o velho e difamado register_globals, uma opção de configuração do PHP que abre vários tipos de vulnerabilidades.

Mas como o sistema rodaria apenas localmente, há menos riscos aqui. Então através de um simples comando, liberei o register_globals na pasta do oCara (no Debian, /var/www/telecentro por padrão).
Isso deve ser feito com permissões de root, com o comando su

# echo "php_value register_globals 1" >> .htaccess

Este comando cria um arquivo .htaccess (configuração local do apache) caso não exista, e adiciona - sem sobrescrever o arquivo caso exista - a opção que libera o register_globals na pasta do oCara.

Mas isso não funciona se você não permitir que os arquivos .htaccess sejam lidos pelo apache. Você permite isso editando a configuração global do site em que vai rodar o oCara (como root):

Abra o arquivo /etc/apache2/sites-enabled/000-default (isso pode variar de acordo com suas configurações) como root, e procure:

<Directory /var/www/>
Options Indexes FollowSymLinks MultiViews
AllowOverride None
Order allow,deny
allow from all

Altere a linha AllowOverride None para AllowOverride All

Agora estamos quase lá!
Só falta trocar a codificação dos scripts para UTF-8, que é padrão no Debian. Na pasta do oCara, execute o seguinte comando como root:

for i in `find .`;\
do if [ -f $i ];\
then printf "Convertendo $i ..." ;\
iconv $i --from=iso-8859-1 --to=utf-8 &gt; $i.utf;\
rm $i;\
mv $i.utf $i;\
printf "OK"; echo;\
fi; done;

E pronto! A essas alturas, oCara deve estar funcionando beleza!

Veja também a versão do Avena:
http://avena.myftp.org/mediawiki/index.php/Telecentro_ocara

Idéias e necessidades

“A crença no compartilhamento que conecta toda a humanidade”.

A idéia é muito boa, essa do Ubuntu. A de usar esse nome e esse conceito. Disso não tenho dúvida alguma, pois com certeza é uma atitude que incentiva o desenvolvimento humano, a integração social e a colaboração.

O que me aborrece no sistema operacional Ubuntu às vezes é a travação, o mau uso dos recursos computacionais, e a instabilidade funcional do sistema em si. Isso acaba tirando alguns argumentos de quem defende GNU/Linux. Mas afinal, é um projeto novo. Ainda vai chegar à adolescência.

Eu, um tanto conservador, estou no mundo Debian (prefiro a versão o stable), sendo imigrante do planeta Slackware (agora um planeta fantasma). Gosto de usar um sistema estável, e ao mesmo tempo com recursos modernos (sem contar a velocidade). E sem contar a extrema facilidade de uso (nunca mais precisei compilar nada). Lá também a filosofia livre impera, e a comunidade de desenvolvedores é em sua maioria formada de voluntários espalhados pelo mundo afora.

Talvez o modelo inicial do Ubuntu de sempre "remendar" a versão unstable do Debian e lançar isso para usuários que em geral estão chegando ao Linux ainda mude um dia, tornando o sistema estável.

Até lá, continuo com o Debian, que só preciso reinstalar quando surge uma versão nova com recursos consideravelmente atrativos para justificar a mudança.

 

Este post é em resposta ao artigo do meu amigo Ronaldo Richieri:
http://folgazao.wordpress.com/...

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